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Feliz ano novo!

É chegada a ocasião para refletirmos sobre os bons momentos vivenciados esse ano e valorizarmos o que realmente valeu a pena, ou seja, nada.

Embora a semiótica minimalista nada tenha a acrescer a esse fato, tampouco a reação química, em que um dos reagentes é a água, através da qual as grandes moléculas dos lipídios, protídeos e glucídios são decompostas nas pequenas moléculas que os constituem, respectivamente, ácidos gordos, glicerol, aminoácidos e monossacáridos, podem fazer algo a respeito.

Pretendo, durante o ano vindouro, ou atual, dependendo de quando você ler esse post, traçar as metas de Anedônico Baptista para o ano consecutivo, ou o vindouro, ou até mesmo o atual, novamente dependendo da data de leitura, ou de releitura -desde que sejam feitas as devidas transposições de espaço-tempo necessárias, isso não terá  a menor relevância.

Em suma, devemos pensar positivamente e de forma simplista, a fim de enobrecer os sentimentos puros e livres de gordura trans. Imbuído desta  incumbência, sucumbo à ordem magnânima de transmitir uma última mensagem de esperança aos incautos leitores que compartilham deste virtual espaço: Que anozinho de merda esse, hein?

Ide em paz!

Gente, 2006 é ano de copa do mundo! O tetra é nosso!!

Felicidades a todos

Muitos comemoram as datas festivas pensando em frivolidades, abandonando o real significados dos preceitos judaico-cristãos tão intrínsecos e assumidos pela nossa sociedade. Não compactuando com esta postura execrável, Anedônico Baptista deseja que esta Páscoa não seja apenas ovos de chocolate, mas renascimento e renovação. Que coelhos invadam a sua casa e não tragam somente pequenas fezes e doenças de difícil trato. Que sejam simbolos da procriação farta em relações sexuais de curta duração, prazer unilateral e simbologia débil.

Mangustos minimalistas

O homem moderno perdeu há muito a sua capacidade de viver o presente, gastando metade do seu tempo revisitando distorcidamente o seu passado e o restante projetando sua recompensa num futuro incerto.

Translumbrar novas perspectivas evitando expiações torna-se um desafio pedante, a menos que modifiquemos nosso interior. Tornamos-nos, do contrário, mangustos minimalistas, e aqui cabe um neotérico comentário:

“Herpestidae é uma família de mamíferos da ordem carnivora que inclui os mangustos. Os herpestídeos ocupam uma grande variedade de habitats, desde florestas tropicais a desertos. Os herpestídeos têm entre 32 a 40 dentes ponteagudos e pouco especializados. A versão moderna dos herpestídeos, o Herpestidae Sapiens (espécie ainda não reconhecida no meio científico e aventada por Anedônico Baptista como uma nova metasubspécie humana) é adaptada a uma alimentação diversificada, baseada em pequenos mamíferos, aves, ovos, saladas, frutos, hambúrgueres, pizzas, cerveja e torresmo. Os herpestídeos modernos têm hábitos sociais muito variados, desde os que vivem em grupos numerosos a espécies de modo de vida solitário (em grandes cidades).”

O mapa a seguir ilustra um reduto de mangustos modernos:

Imagem do mapa

Pluralize-se.