É chegada a ocasião para refletirmos sobre os bons momentos vivenciados esse ano e valorizarmos o que realmente valeu a pena, ou seja, nada.
Embora a semiótica minimalista nada tenha a acrescer a esse fato, tampouco a reação química, em que um dos reagentes é a água, através da qual as grandes moléculas dos lipídios, protídeos e glucídios são decompostas nas pequenas moléculas que os constituem, respectivamente, ácidos gordos, glicerol, aminoácidos e monossacáridos, podem fazer algo a respeito.
Pretendo, durante o ano vindouro, ou atual, dependendo de quando você ler esse post, traçar as metas de Anedônico Baptista para o ano consecutivo, ou o vindouro, ou até mesmo o atual, novamente dependendo da data de leitura, ou de releitura -desde que sejam feitas as devidas transposições de espaço-tempo necessárias, isso não terá a menor relevância.
Em suma, devemos pensar positivamente e de forma simplista, a fim de enobrecer os sentimentos puros e livres de gordura trans. Imbuído desta incumbência, sucumbo à ordem magnânima de transmitir uma última mensagem de esperança aos incautos leitores que compartilham deste virtual espaço: Que anozinho de merda esse, hein?
Ide em paz!
