Anedônico Baptista é um autocrítico do mundo. Nascido e criado na mais média das classes, não pôde escapar ileso do furor da dúvida. Curado da corrupção original e seduzido por cada mínima perversão do nosso dia à dia foi amaldiçoado como um Prometeu da moralidade, a cada idéia, acometido por uma percepção pueril e pela sofreguidão de quem não se espera perdão nem o perdão (que a licença aqui se faça). A cada traço do nanquim digital uma chaga e um ungüento, não a quem fere, não a quem cura.
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Os inomináveis, os energéticos, os energúmenos. “Jamé”, jamais.