Sermão do Serpenteio (lho)

Norteia-me no cálido shimeji alheio
Receio que é tarde, mas teu sono canta
Ó Santa Querupita me repita agora
Amora que me deras e que apodreceu

Morreu num estalido de verborragia
Magia encanta esse servo ateu
Filisteu desgarrado sem redenção
Condição perene da aerofagia

Sabia exato instante de triste deixa
Queixa fez ciente do revés destino
Intestino jaz como atual morada
Revoada prece o firmamento alcança

Lança a voz em coro angelical
Anal trombeta encerra o cântico
Cu Amém!

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